sexta-feira, 27 de julho de 2012

“O QUE REALMENTE ESTAMOS PRECISANDO?


Neemias 6:15,16
 Reclamações, queixas, porta-vozes do caos, e “retranqueiros” são abundantes no mundo. É muito fácil analisar, examinar, e falar sobre os problemas da sociedade moderna. Porém o que realmente precisamos é de pessoas corajosas, que não apenas discutam a situação, mas que tomem alguma atitude!
Neemias viu o problema e ficou aflito. Em vez de reclamar ou revolver-se em autopiedade e desgosto, ele tomou uma atitude. Neemias sabia que Deus o estava convocando para motivar os judeus a reconstruir os muros de Jerusalém, e assim deixou sua posição de responsabilidade no governo persa para fazer a vontade do Senhor. Neemias sabia que Deus poderia usar seus talentos para realizar aquela obra. Desde a sua chegada a Jerusalém, todos reconheceram que ele estava no comando. Ele organizou, gerenciou, supervisionou, encorajou, enfrentou oposição, injustiças e prosseguiu até que os muros fossem construídos. Neemias foi um homem de ação.
No início dessa história, Neemias conversa com seus amigos judeus, os quais lhe dizem que os muros e portões de Jerusalém estavam destruídos. Estas eram notícias perturbadoras, e a reconstrução desses muros derribados. O rei consentiu.
Levando consigo cartas reais, Neemias viajou para Jerusalém. Ele organizou as pessoas em grupos e lhes designou setores específicos dos muros(cap.3). Entretanto, o projeto de construção enfrentou ferrenha oposição. Sambalate, Tobias, e outros tentaram deter o projeto insultando, ridicularizando, ameaçando e sabotando. Alguns dos trabalhadores temeram; outros se cansaram. Em cada caso, Neemias empregou uma estratégia para frustrar os inimigos – oração, encorajamento, serviço de guarda e consolidação(cap.4). Mas um problema diferente surgiu internamente. Os judeus ricos estavam explorando a difícil situação dos seus trabalhadores camponeses. Ao ouvir sobre essa opressão e ganância, Neemias enfrentou, face a face, aqueles que extorquiam os outros(cap.5). Depois disso, com os muros quase concluídos, Sambalate, Tobias e seus comparsas tentaram deter Neemias uma vez mais. Mas Neemias permaneceu firme, e a reconstrução dos muros foi finalizada em 52 dias. Que tremendo monumento ao amor e à fidelidade de Deus! Tanto os inimigos quanto os amigos sabiam que Deus os havia ajudado(cap.6).
Após a reconstrução dos muros, Neemias continuou a organizar o povo, registrando e escolhendo guardas para as portas, levitas, e outros oficiais(cap.7). O livro de Neemias conclui com uma lista de clãs e líderes, com a dedicação do novo muro de Jerusalém, e a purificação da terra em relação ao pecado(cap.12 e13). Observe Neemias em ação e decida ser uma pessoa em quem Deus possa confiar para agir em nome Dele neste mundo. 

Pr. Francisco Assis Pereira França

“DEUS SOMENTE, SOMENTE DEUS!”


 “Então se levantou Pedro...” (Atos 2:14).
            É maravilhoso contemplar o Espírito Santo levantar fracassado, o caído! Pedro, mesmo envergonhado por ter negado
                  Jesus três vezes, levantou-se, não mais para negar, mas para glorificar o nome do Senhor Jesus, para falar das grandezas e das maravilhas de Deus. É isto que o Espírito Santo faz com o crente: Ele o levanta para glorificar o nome do Senhor Jesus.
Deus quer levantar você também, ungir sua vida, onde você estiver agora, no lugar onde você vive. Talvez você seja alguém que já falhou que já caiu e ninguém lhe daria uma outra oportunidade, mas Deus é especialista em pegar sucatas e transformar em obras de arte para a Sua glória.
Assim aconteceu com o Apostolo a Pedro, que se levantou e proclamou o nome do Senhor Jesus diante daquela multidão.
Estudando o capitulo 2 de Atos a partir do verso 29 como Pedro define Jesus, como falam as profecias. Diz que todas as palavras proféticas convergiram para Jesus, e de como Ele foi o varão ungido por Deus. Essa teologia não se aprende com ninguém, não se copia de nenhuma igreja, mas é a teologia da Bíblia. Quando você está cheio do Espírito Santo, Ele o guia para a verdade e Jesus é esta verdade, como está escrito:”Eu sou o caminho, a verdade e a vida...”(Jô 14:6).
Pedro estava terminando o seu sermão quando alguém, no meio da congregação, levanta a voz e pergunta: ”O que faremos, então, irmãos?”. Se fosse uma dessas igrejas com horário controlado, Pedro diria:”Volta no próximo domingo, porque o culto já acabou”. Mas ele disse:”Arrependei-vos e cada um de vós creia no Senhor Jesus e sejam batizados para remissão dos pecados e recebereis o dom do Espírito Santo”.
A palavra de Pedro cai com tanto poder sobre a vida daquelas pessoas que, naquele primeiro apelo evangelístico, quase 3.000 pessoas aceitaram a Jesus e foram batizadas.
Quantas vezes Pedro negou Jesus? Três. Mas Jesus usa uma matemática impressionante. No primeiro apelo de Pedro três mil se converteram o que significa que a sua falha é compensada mil vezes pelas bênçãos de Deus. Assim e o Senhor conosco. Amem.

Pr. Francisco Assis Pereira França

quinta-feira, 12 de julho de 2012

A verdadeira Pregação


Amados de Cristo, sei que nós pastores vivemos tensões, problemas, crises, dificuldades e por vezes estamos no meio da multidão e, ainda assim, isolados.  Parece um tanto complexo a expressão, mas espero ser entendido e ao menos compreendido pela maioria.

Há diversas igrejas ao nosso redor e por vezes traz confusão na mente e na visão das pessoas. Que indagam: qual a igreja certa ou qual a melhor?

E em função disso percebo que passamos  a travar uma batalha gigantesca com o crescimento da nossa igreja em todos os aspectos. Traz preocupações na mente e por vezes chega ao coração.  Sou pastor e passo por igual situação.

Nos dias atuais surge a cada instante formulas mágicas que declaram que a igreja vai crescer assustadoramente e permite que passemos a sonhar e buscar este processo sem dores maiores.  Ocorre que não existe método que estabeleça o verdadeiro sem compromisso com a Palavra. Não há método que não exija de cada um de nós, a santificação.  
Somente será possível ter a consciência deste processo constante se pregarmos a verdade.  Somente alcançaremos bons resultados se cada pastor tiver em mente a tarefa dada por Cristo a um de nós que fomos chamados ao ministério da Palavra.

Não podemos entrar na preocupação do simples crescimento sem o verdadeiro sentido da bíblia.   Aconteceu com a igreja primitiva o crescimento que considero extraordinário. Percebo que aqueles crentes tinham características de servos comprometidos com a escritura sagrada.

Não importa o tamanho de nossa igreja, a  verdadeira pregação não pode faltar.  Somos responsáveis diante de Deus por cada mensagem que expressamos nos púlpitos das nossas igrejas ou nos lares e outros lugares que entregamos o recado do Senhor.

 Como ouvirão se não há quem pregue?  E com conhecerão a verdade, se nós não ensinarmos a bíblia?  É apontado o crescimento dos evangélicos no Brasil, que é bom sem dúvida alguma. Pois se desejamos ter um país de cristão um dia, este sinal é extraordinário e ao olharmos para trás veremos o que está acontecendo.  Mas, isto aconteceu em outros países da Europa num passado e hoje a realidade é outra e bem pior que o nosso Brasil no passado.

 Então, trago a minha preocupação de não abrirmos mão da verdadeira pregação, onde Cristo seja adorado e aceito nos corações como verdadeiro Senhor. Onde  somente Ele vai reinar e morar e comandar nossas ações e reações.  Trazer a nossa mente a cada dia que somos o sal da Terra e a luz do mundo e que não podemos poupar jamais energia neste mundo.

Que nossa mensagem seja verdadeira, que nós  pregadores da bíblia estejamos firmados e convictos nela para todo sempre. Ainda que haja rejeição de alguns, a qualidade dos que aceitam fará a diferença.

Que Deus nos abençoe com a visão e com  a verdadeira mensagem hoje  e sempre.

pr. Elison Amaral Leite - PIB Santa Cruz 

terça-feira, 3 de julho de 2012

Os cristãos somos homoclastas: uma revisão exegética da palavra "sodomia"


por Luiz Roberto Santos * segunda, 2 de Julho de 2012 às 12:54 ·

O cristianismo como formador da cultura de gêneros criou uma distorção na formação da sexualidade humana. Pior que a homofobia (aversão e preconceito ao homossexual), é o espírito homoclasta na civilização cristã ocidental ao longo dos séculos. Homoclastia é a ojeriza ou a atitude de destruir e perseguir todos que manifestam uma relação homofílica (atração para com o mesmo sexo).

 É humilhante ver o pavor de um jovem cristão em suas crises quanto à sua sexualidade. Ver sua auto-rejeição, quando descobre alguma diferença no seu comportamento quer como homem ou como mulher. O medo e o desespero em revelar seus fantasmas o levam a uma vida de terrorismos psicológico, mental e espiritual. Não basta dizer para este ser humano não gostar do mesmo sexo. Não basta amarrá-lo e exorcizar os demônios da homossexualidade. Pois, quanto a sexualidade não há um ser humano em sua total e plena maturidade saudável. Quem é idôneo para tratar desse assunto?
 Diante de interpretação equivocadas sobre a sexualidade cristã, destaco uma palavra  para uma reflexão exegética - “sodomia”. Dicionários definem sodomia como “conjunção sexual entre homossexuais masculinos”. É uma palavra oriunda do Velho Testamento aos habitantes de Sodoma, cidade destruída por Deus.

Porém, a palavra “sodomia” na cultura bíblica, de construção judaica, está mais próxima de “prostituição”, do que “homossexualidade”. A palavra se forma a partir da narrativa de Genesis capítulo 19. Habitantes de Sodoma cercam a casa de Ló para divertirem-se com os dois visitantes (anjos) que estavam acolhidos pelo sobrinho de Abraão. Ló mantinha uma conduta familiar conforme recebeu de Abraão seu tio. Uma educação semita sobre família e sobre sexo, mas habitava numa cultura cananita, marcada pela devassidão moral.

A narrativa bíblica revela a cultura da sexualidade em Sodoma. Tantos grandes quanto pequenos se divertiam através do sexo grupal e da violência sexual. O estupro, o incesto, as orgias, a violência tanto a homens quanto a mulheres eram praticados pelo povo como lei moral. O sexo era para a distração humana. Era para o prazer coletivo. Não havia idéia de fidelidade conjugal e nem tão pouco temor quanto à vida humana. A perversão chegou ao ponto de brincarem sem pudor com o sexo. Eram heterossexuais, porém, tinham prazer em praticar o sexo para humilhar e violentar pessoas. Era a lei da selva, um instinto animalesco. Moralidade esta inculcada nos filhos desde a infância. Crianças eram violentadas. Meninos eram currados, mulheres estupradas. Pais praticavam sexo com seus filhos. Isto era Sodoma!

Assim, uma criança que nasce numa cultura cristã hipócrita e fraudulenta está fadada a doenças psíquicas de sua sexualidade. Uma visão cristã onde o heterossexual violenta, estupra, mata,  diverte-se, machuca, mas pertence ao reino dos céus. Porém o adolescente que precisa de ajuda e amparo, que desenvolveu síndromes que ele mesmo rejeita, é comparado com os sodomitas e condenado ao fogo do inferno.
   
Como acolher jovens que se sentem atraídos pelo mesmo sexo? Como lidar com gente que desenvolve uma aversão pelo sexo oposto? Estes são sodomitas? Não! Biblicamente, não! Sodomita representa o homem ou a mulher que em perfeito juízo escolhe fazer do sexo seu espaço de diversão hedonista, perversão e prazeres egoístas. Sexo sem lei. E onde não há limites desenvolve-se um espaço irracional. É a lei do presídio! É a lei da morte! Este é o conceito bíblico de sodomia. É esta a sexualidade permissiva que o cristianismo ocidental desenvolveu. É esta cultura sodômica que está no subconsciente de um pseudo cristianismo contemporâneo.

É mais fácil perseguir e amaldiçoar um ser humano que personificamos como “mau”, do que destruir um “mal” enraizado em nossas mentes. Assim, buscamos destruir toda personificação que incomoda nossas perversões internas. Não somos apenas homofóbicos, somos homoclastas!

            (um texto para reflexão e discussão, pastorluizroberto@terra.com.br)
* Professor do STBSB
*Publicado com autorização do autor.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

7 Razões porque os evangélicos abandonaram as Escrituras


Por Renato Vargens

Parte da igreja evangélica brasileira encontra-se mergulhada nas mais incongruentes distorções teológicas. Basta olharmos para os nossos arraiais que percebemos a complicada situação vivenciada por aqueles que se dizem cristãos. De certa forma acredito isso se deva ao fato de termos abandonado as Escrituras.

É claro que a relativização da Bíblia não se deu de uma hora para outra. Na verdade, ouso afirmar que o abandono das Escrituras Sagradas se deu paulatinamente, proporcionando a longo prazo a miscigenação do evangelho.

Isto, posto, gostaria de elencar algumas razões porque os evangélicos abandonaram as Escrituras.

1- A preguiça dos pastores. Lamentavelmente existem inúmeros pastores preguiçosos que não se esmeram na preparação de suas mensagens. Na verdade, poucos são aqueles que dedicam horas a fio preparando sermões relevantes e desafiadores. A falta de pregações deste nipe, tem contribuído para o surgimento de uma igreja "burrificada".

2- O pragmatismo religioso. Muitos pastores trocaram a exposição das Escrituras pela psicologia e auto-ajuda. Para estes, o que importa é objetividade, além é claro, de respostas rápidas e satisfatórias ao cliente.

3- O abandono da Escola Bíblica Dominical. Não precisa ser profeta para afirmar que do jeito que as coisas andam em curto espaço de tempo, a Escola Bíblica Dominical deixará de existir em boa parte das Igrejas. Na verdade, ouso afirmar, que a EBD encontra-se em estado de metástase, e que o desprezo por parte da Igreja tem contribuído com o aumento da ignorância bíblica.

4- A Sacralização da Música. Infelizmente boa parte dos cristãos consideram a música mais importante que a pregação da Palavra. Os louvores ministrados em nossas assembleias estão repletos de erros grotescos e desvios teológicos, onde através de estapafúrdias canções, brincamos de adoração. Pois é, tenho a impressão que o chamado movimento gospel criou através de sua liturgia um novo sacramento, denominado louvor. Para estes, ainda que inconscientemente a adoração com música transformou-se num meio de graça, onde mediante canções distorcidas teologicamente, os crentes são levados a um estado de catarse.

5- A difamação da teologia. Volta e meia ouço alguns pastores dizendo que é bobagem estudar sistematicamente as Escrituras. Para estes a letra mata e a teologia enterra. Nesta perspectiva, recriminam todos aqueles que desejam aprofundar-se no estudo teológico. Há pouco visitei uma igreja onde o pastor presidente se orgulhava em dizer que nenhum dos seus pastores estudaram teologia. Ele teve a coragem de dizer publicamente que parte da sua equipe não sabia ler direito e que isso era muito bom, simplesmente pelo fato, de que estes poderiam com mais facilidade ser usados pelo Espírito Santo.

6- A mistificação da fé. Cada vez mais tenho percebido que parte dos evangélicos estão vivendo um estranho tipo de evangelho. O sensacionalismo bem como o emocionalismo catársico, fruto do chamado retété de Jeová tem ditado em nome do Espírito Santo comportamentos absolutamente contrários aos ensinos bíblicos. Em nome da experiência, doutrinas e práticas litúrgicas das mais estapafúrdias tem se multiplicado em nossos arraiais. "Sapatinho de fogo, unção do cajado, do galo que profetiza”, entre tantas outras obtiveram primazia entre os evangélicos.

7- O sensitismo experimental. Há pouco ouvi um irmão querido dizendo: A Bíblia pode não aprovar este assunto, todavia, o Espírito Santo me dá paz em crer diferentemente das Escrituras. Pois é, pra alguns aquilo que se sente é mais importante do que aquilo que a Bíblia diz.

Prezado leitor, a o contrário de muitos, não tenho a menor dúvida de que somente a Bíblia Sagrada é a suprema autoridade em matéria de vida e doutrina; só ela é o árbitro de todas as controvérsias, como também a norma para todas as decisões de fé e vida. É indispensável que entendamos que a autoridade da Escritura é superior à da Igreja, da tradição, bem como das experiências místicas adquiridas pelos crentes. Como discípulos de Jesus não nos é possível relativizarmos a Palavra Escrita de Deus, ela é lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos.

Em tempos difíceis como o nosso, precisamos regressar à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento.

Soli Deo Gloria.

(Texto sugerido pelo Pastor Elison Amaral Leite - PIB Santa Cruz)

domingo, 1 de julho de 2012

A suprema tarefa da igreja


Enquanto ficamos gastando nossas energias e emoções com tantas coisas, a maior e mais importante tarefa, que é pregar o Cristo que foi crucificado para salvar pecadores fica relegada à segundo plano, e, até ao esquecimento.
Estamos vivendo o momento do desfecho, Cristo está voltando e a hora final da Igreja, mas a maioria dos crentes está de braços cruzados e bocas fechadas. Chega de protelar, precisamos com urgência pregar a Cristo, o crucificado! 
Por mais que você esteja ocupado em sua dinâmica de vida, pesa sobre seus ombros a responsabilidade de falar de Jesus Cristo as pessoas ao seu redor. Quando falamos em evangelização, para fugir a responsabilidade, alguns crentes começam a polemizar ou a especular; mas a palavra é clara: “Ide, fazei discípulos de todas as nações...” (Mateus 28.19) ou a gente faz a vontade de Jesus, caso contrário, estaremos em rebelião contra a sua vontade. Logo, algumas questões precisam ser consideradas:
Temos parte nesta missão e embora alguns perguntem: O que devo fazer? A resposta será: Lembre-se do compromisso com Deus de ser testemunha, de falar de seu grande amor. Mesmo assim há os que querem contra-argumentar: “Pastor, mas não sei fazer nada!”. Isso é o que você pensa. Você pode fazer muita coisa para o Reino. Olhe para as suas mãos, você foi habilitado por Deus, as credencias foram entregues ao irmão pelo Espírito Santo.
Lamentavelmente muitos habilitados não estão dispostos a fazer a vontade de Deus e se escondem em outras atividades, algumas dessas até mesmo dentro da igreja. Reconheça que precisa mudar e venha povoar o céu. A Bíblia diz que: “...quem ganha almas, sábio é...” Vamos usar a sabedoria dada pelo Espírito Santo e cumprir a vontade de Deus?


Pr. Isaias Lima de Menezes - IB Jardim Paraiso


A importância da Educação Cristã

Somos responsáveis em grande potencial na formação de pessoas e assim alcançarmos as metas traçadas por Deus.

Vejo que a igreja tem uma missão especial, pois visa o fortalecimento das famílias e das pessoas no seu individual. Sempre voltados no conhecimento da Palavra. Precisamos vivenciar a Escritura no seu potencial.
Temos que ver nossa EBD forte, os crentes interessados em estudar a bíblia e crescendo no caráter divino. A Educação Cristã permite que nossa visão seja ampliada a cada dia.

A Educação secular é pautada em egoísmo, visto que busca seu gozo, porazer, sucesso, diploma, título e soma de conhecimento.

Já a educação segundo Deus, busca o temor e conhecimento de Deus.
A crise que vivemos nos atuais dias é fruto de despreparo da sociedade, falta de Deus e falta de foramdores de uma educação crsitocentrica. Pois a falta de uma educação cristã, completamente sã, tem provocado crises sem medida.

A educação traz bênção à humanidade, a graça de Cristo é esplendida e deve ser conhecida por todos á nossa voota.

A verdadeira educação cristã pode salvar a humamnidade de viver catastrofes e derrotas.

Nós e nossos filhos devem conhecer Deus na prática de vida. É nosso dever incentivar a Educação Cristã agora e sempre. Vejamos o que diz Isaias 54:13.


A Palavra de Deus é o fundamento da educação. Se descuidarmos desta Palavra, nossa batalha será em vão. (Hebreus 12:1-2).


Vemos 3 instituições reconhecidas = a família, a igreja e o governo. 
Mas somente a igreja tem a missão de educar cristocentricamente as pessoas e toranar família um foco de educcadores de Cristo.

O que tem acontecido nos nossos dias é que alguns estão abrindo mão de estudar a bíblia na sua essência. FORMAR DISCIPULOS E OBREIROS E FORTALECIMENTO DE NOSSAS FAMÍLIAS NA PALAVRA.

É preciso ter aliança dos líderes com a EDUCAÇÃO crsitã, somos portadores de uma rica mensagem poderosa, devemos manter sintonia com este estudo e com o Senhor a ser estudado.


EDUCAR é toda a série de instruções e disciplinas com objetivo de:

*** Iluminar entendimento
*** Corrigir temperamentos
*** Formar novas maneiras e hábitos
*** Preparar para sermos úteis no futuro e cumprir o chamado de Cristo

Somos portadores de uma tarefa linda e abençoadora, temos que fazer como diz Salmos 142:4 e tornar o refúgio de outros.

A Educação Cristã tem a tarefa de fazer a diferença e nós somos responsáveis em formar o presente e o futuro da nossa geração.
 
Pr Elison Amaral Leite - PIB Santa Cruz